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Noticiais intercambio, estudos

Como o intercâmbio pode determinar os rumos da vida adulta

Morar em outro país, conviver com pessoas, culturas e idiomas diferentes, pode ser um grande desafio mas também uma ótima oportunidade.

29/10/2021 13h47
Por: Rubia Menezes Fonte: Arleth Bandeira
Arleth Bandeira, CEO da Eagle Intercâmbio
Arleth Bandeira, CEO da Eagle Intercâmbio

A adolescência é uma fase da vida de muitas dúvidas, questionamentos e descobertas; e um dos grandes dilemas dos jovens neste período é que eles costumam se sentir perdidos, desmotivados e inseguros com relação ao futuro. Por isso, fazer um intercâmbio pode ajudar e muito, a mudar essa situação. “Quando um jovem viaja para um lugar desconhecido, com outros hábitos, outra cultura, ele ganha vivência de mundo, amadurece e aprende na prática muito mais do que um novo idioma” – resume a CEO da Eagle Intercâmbio, Arleth Bandera.

 

Além das mudanças comportamentais que esse período em outro país e longe dos pais faz nos jovens, o currículo profissional também ganha outro status. Prova disso, é a jovem Luana Reis que aos 16 anos, aproveitou a oportunidade de concluir o ensino médio fora do Brasil fez o High School em uma cidadezinha de 1.500 habitantes chamada Evadale, no Texas.

 

“Eu sempre quis fazer intercâmbio e sonhava com Nova York, achava que minha vida seria como nos filmes americanos e eu acertei, porém eu vivi um filme no interior do Texas. Tudo era diferente da minha realidade, eu estava acostumada com São Paulo, cidade grande, com prédios e muitas pessoas. No Texas eu tinha que acordar cedo para dar comida para as galinhas, eu aprendi a andar de cavalo e o mais importante, aprendi que a felicidade não está no lugar em que você mora, ela está em nós mesmo” - conclui

 

Luana Reis que aproveitou a experiência de todas as maneiras, incluindo as dificuldades iniciais de adaptação e a saudade de casa, pode retornar aos Estados Unidos alguns anos depois, com a sua mãe e seu irmão caçula e desta nova oportunidade, surgiu a Eagle Intercâmbio, primeira e única agência de intercâmbio feita 100% de brasileiros no Vale do Silício. A empresa que é dirigida por Arleth Bandera, conta com o apoio e suporte de Luana, que coordena as atividades de marketing da empresa.

 

Entre os serviços oferecidos pela agência, o High School (experiência vivida pela analista de marketing) é uma das mais comercializadas, sendo a preferido dos jovens e dos tutores, já que consiste em concluir o ensino médio em uma escola estrangeira, pública ou particular e oferece os melhores benefícios para os adolescentes que não param de estudar, ao viajar, e continuam convivendo com pessoas da sua idade dentro de um ambiente estudantil. Além disso, a grade curricular costuma ser recheada de atividades extracurriculares facilitando o entrosamento e o aprendizado.   

 

“Quando fiz o High School eu saí da minha zona de conforto, melhorei a fluência no idioma e descobri novos interesses e com isso, faço questão de atuar na Eagle auxiliando jovens como eu a vivenciarem a mesma coisa. É claro que existem os perrengues e a saudade de casa bate, mas todos estes obstáculos são superados quando nos conscientizamos de tudo o que temos para aprender e conhecer e o quanto evoluímos nessa jornada” – reforça Luana Reis.

 

Muito se fala em estudar, fazer um intercâmbio estudantil fora do Brasil, mas pouco se fala em intercâmbio no que diz respeito a pós graduação, porém, adolescentes já pensam em ter oportunidades de estudar fora do país, já os graduados em faculdades pensam em pós graduar fora, mas não se sabe como eles irão fazer, em entrevista à coluna, a CEO da Eagle Intercâmbio, Arleth Bandeira explica que não é bem assim, confiram a entrevista:

1)Fala-se muito em intercambio de High School, mas não em Pós Graduação nos EUA, o que falta pro crescimento de intercambio em pós graduação?

Diferente do Brasil, aqui nos USA existem vários seguimentos de cursos pós-graduação, chamamos de extensão universitária. O maior motivo de não ter muita procura para esses cursos (a UC Berkeley tem vários) por brasileiros, temos demanda de outros países, principalmente Argentina, China e Portugal.
Como é exigido o exame de proficiente em inglês (TOEFL), são poucos brasileiros que terminam a Graduação e falam inglês fluente para estar apto a fazer esses cursos. São cursos que variam de 9 a 18 meses.

2) Qual o papel do intercambio para o crescimento profissional e pessoal de uma pessoa?

As empresas no mundo valorizam muito pessoas que tem vivência internacional e quem tem intercambio no currículo, acaba saindo na frente em uma disputa por vagas. Exemplo: a Eagle está contratando para uma posição sênior, e um dos requisitos além de falar inglês é vivência internacional.

3) Existe intercâmbio para pós graduação? Quanto tempo é de curso?

Sim! Existem vários cursos para programas de pós-graduação. Por exemplo, na Universidade da Califórnia, por exemplo, você pode cursar extensão universitária em diversos campos, como: Comércio Exterior, Direito, Empreendedorismo, Finanças, Gestão de Projetos, Marketing, Tecnologia e muitos outros, por meio de programas de formação em curto ou médio prazo: de quatro semanas a dois anos. O tempo depende do curso escolhido, pode ser de quatro semanas a dois anos, há alguns outros de 12 semanas.

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